segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A espera sem fim

No sábado pela manhã, nosso último dia em Montevidéu, chegou a esposa do Efra, a Susi. Muito cordial e gentil, como o Efra, nos convidou para dar um passeio na feira de antiguidades da Peatonal Sarandi, na Cidade Velha. Depois, nos convidou para irmos a Carrasco, conhecer a praia. Tínhamos dúvidas quanto ao serviço coletivo. Na noite anterior um motorista foi assassinado em um bairro da periferia de Montevidéu e a classe divulgou que no sábado não haveria ônibus e táxi na cidade. O que não aconteceu. Havia menos ônbius e táxis na rua, mas havia. Pegamos um até Carrasco. Em meia hora vimos tudo. Era 11h45. Fomos para a parade, esperar o busão da volta. Passaram 15, 20, 30, 40 minutos e nada. O tal 105, que nos levaria de volta ao centro, nao chegava nunca. Deu 1horas, 1h15, 1h35, e nada. Comprei jornal, li, reli as notícias, caminhei, fiz massagem na Moguinha e nada do busão. Às 14h45, após duas horas, surgiu o bendito ônibus. Comendo os dedos de tanta fome, ainda tivemos que esperar a comida ficar pronta. E para ajudar, acabou ao gás. Mandamos para dentro os empanados com pure às 15h50, tortos de tanta fome.

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