segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Val, Viña e Reñaca




Nosso domingo foi no litoral chileno. Pegamos um ônibus que levou 1h30 para chegar. Às 10h25 eu, Moguinha e Sumire descemos na rodoviária de Valparaiso. Marcus ficou dormindo. Culpa do vinho. Esperando o Vladimir, nosso amigo, uma mulher nos ofereceu um City Tour. Passava por Valparaiso, Viña del Mar e Reñaca. Custava $ 15.000,00. Com a nossa cara de pobre diabo, a moça baixou para $ 12.000,00 e depois para $ 10.000,00. Na dúvida, aceitamos. Belo negócio. Rodamos por tudo de forma boa e barata.


O tour começou na rua 21 de maio, onde está o Museu Naval. Nos camelôs a Moguinha comprou uma calça andina, de algodao, listrada. Dali a gente viu o porto de Valparaiso. Em seguida fomos à casa de Pablo Neruda, La Sebastiana. Fica num morro gigante. Valparaiso é bonita pela sua peculiaridade. É uma favela de alvenaria. Uma casa em cima da outra, algumas pichadas, outra cuidadas, uma de cada cor. Um mosaico de casas. É legal, mas a sujeira tira o brilho.

Depois rodamos até Viña, onde os ricos andam. O relógio de flores é belíssimo. Sacamos una foto e seguimo a Reñaca. Lá tomei o famoso banho no Pacífico e almoçamos. De volta a Viña, fomos ao mirante, muito belo, ao estádio El Salsalito (que recebeu jogos da Copa de 1962), ao Cassino de Viña, ao Museu Fonck - lá tem um moai original da Ilha de Páscoa -, ao Palácio Vergara e ao palco do Festival de Música de Viña del Mar. Depois rodamos mais e caímos em Valparaiso outra vez. Vimos o funicular, uma espécie de bondinho, e o Congresso do Chile. Aí, voltamos para casa.

Valeu a pena o City Tour pelo valor e as distâncias. Com $ 10.000,00 por cabeça vimos as cidades das 10h30 às 17h30. Gastamos pouco em comida, algo em torno $ 3 mil por pessoa, sendo que fizemos um rancho no mercado. O tour foi com a Rodotour. Boa pedida.

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